quarta-feira, 31 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Futebol não é só futebol




O trajecto europeu do Athletic deste ano merece bem uma reflexão de carácter desportivo que verse sobre os altos e baixos mostrados pela equipa basca na competição continental. A derrota de quinta-feira merece também, sem dúvida, uma análise neste sentido. Mas nas últimas jornadas a perspectiva sociopolítica, para colocar as coisas nestes termos, sobrepôs-se à meramente desportiva. Diferentes grupos de extrema-direita já tinham realizado uma convocatória unitária na Áustria que implicou a paragem da partida e uma ameaça para jogadores e seguidores vermelhos e brancos. Os lemas cantados pelos de extrema-direita naquela ocasião - com vivas a Espanha e a Franco acompanhados de simbologia nazi -, que se voltaram a repetir depois em Bilbau e de outra forma também na quinta-feira em Bruxelas, mostram que esses grupos sabem do que estão a falar, contra que equipa e povo se dirigem.

O Athletic de Bilbao é um clube que, para lá de fobias e filias, das rivalidades próprias do desporto, é considerado em todo o mundo um exemplo pela importância que concede às suas escolas de jovens jogadores, pela forte personalidade que a sua política desportiva revela. Algo que identificou historicamente as equipas bascas e, de um modo mais geral, o povo basco. Por isso não se pode considerar um acaso que o Athletic e os seus seguidores se tenham convertido num alvo à medida de gente de extrema-direita que, tomando o futebol como desculpa, se dedica a propagar dentro das suas cidades e por todo o mundo uma ideologia abertamente fascista. Ideologia que os bascos conhecem bem por terem sofrido com ela frequentemente, independentemente da equipa de que são adeptos ou de gostarem ou não de desporto.

É óbvio que, contradizendo a célebre frase de Boskov que diz que «futebol é futebol», o futebol é quase sempre algo mais que futebol. O problema é quando aquilo que se passa à volta desse desporto não tem nada a ver com o futebol. Não restam dúvidas de que, na quinta-feira, ganhou a melhor equipa sobre o terreno. Fora dele, o jogo contra a persistente e perigosa estupidez humana continua.


Retirado : http://paisbasco.blogspot.com/

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

sábado, 19 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Sex Pistols - Liar

PARA POR ESTA MERDA NOVAMENTE A FUNCIONAR

domingo, 6 de dezembro de 2009

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Sankt Pauli, mais do que um clube





O Sankt Pauli é o clube de futebol de um bairro com o mesmo nome na cidade alemã de Hamburgo. Neste momento, encontra-se na segunda divisão da Bundesliga. O Sankt Pauli é conhecido mundialmente pela combatividade dos seus apoiantes. São anti-racistas e antifascistas. Envergam uma bandeira negra com a caveira, como a dos piratas. As suas coreografias são arrojadas e os cânticos imprimem uma alegria entusiasmante nos estádios.

No passado dia 2 deste mês, o Sankt Pauli jogou contra o principal rival, o Hansa Rostock. Depois da partida, o encontro era notícia por televisões e jornais de todo o mundo. Apesar das centenas de efectivos policiais, geraram-se tumultos durante várias horas. Tudo começou com as provocações da torcida do Hansa, conhecida pelas simpatias nazis. Ao longo do jogo, faziam a saudação romana e provocavam os adeptos do Sankt Pauli. Contudo, foi a equipa de Hamburgo que saiu feliz. Venceu por duas bolas a zero.

O momento do jogo aconteceu quando Naki Jubel, alemão de origens turcas, do Sankt Pauli festejou o golo marcado. Correu para junto dos adeptos do Hansa Rostock que o insultavam e faziam a saudação nazi. Olhou-os e passou um dedo pelo pescoço. Depois do jogo, sob o apoio entusiástico dos ultras do Sankt Pauli e sob o ódio dos nazis do Hansa Rostock, os jogadores vitoriosos embrulharam-se nas bandeiras piratas da claque antifascista e Naki Jubel espetou a bandeira do clube na relva do Hansa. Houve, de imediato, uma tentativa de invasão de campo por parte dos adeptos da casa, que foi impedida pela polícia. Lá fora, os confrontos duraram horas.


RETIRADO DO SEGUINTE BLOG http://radiomoscovo.blogspot.com/

sábado, 14 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

Dabbie Harry





Antonio Sergio - 1950 - 2009




António Sérgio, o mítico locutor de rádio, faleceu esta madrugada devido a um ataque cardíaco.
Sérgio, de 59 anos, dedicou 41 anos da sua vida à rádio, a face mais visível de uma paixão pela música, que com tanta generosidade ofereceu atrás do microfone a várias gerações de ouvintes.

Depois de começar na Renascença no final dos anos 60, António Sérgio deixou no seu legado programas como Som da Frente, Grande Delta, Loiras, Ruivas ou Morenas, e claro, os dez anos de Hora do Lobo, na Rádio Comercial. No final de 2007, depois de ser dispensado pela Comercial, Sérgio mudou-se para a Radar FM para apresentar Viriato 25, programa que invadia o ar no início das suas queridas madrugadas.

«Uma das funções da rádio é espalhar magia: nós não temos cara, temos vozes, e isso ajuda a incendiar o imaginário dos ouvintes. E esta rádio de hoje, coitada, não incendeia absolutamente nada. Põe o ouvinte a um canto e diz-lhe: ouve isto, que não te maça, não te assusta, não te provoca, não te faz comprar discos. Outra verdade: a rádio de hoje não te faz comprar discos as rádios de autor conseguiam fazer as pessoas ter paixão por comprar música», disse António Sérgio numa entrevista à revista Blitz, no final do ano passado.

O velório do 'John Peel' português está marcado para as 18h00 deste domingo na Basílica da Estrela, em Lisboa.

sábado, 31 de outubro de 2009

Trailer 06 # Reservoir Dogs

Nostalgia 8 # Xutos & Pontapés - Tu aí

The Good The Bad And The Queen - Kingdom Of Doom

Damon Albarn (vocalista), o ex-baixista do Clash Paul Simonon, o ex-membro do Verve e guitarrista do Blur e Gorillaz Simon Tong e o baterista da banda Africa '70 de Fela Kuti Tony Allen.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

Aqui pode-se fumar

Aqui pode-se fumar